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23 de junho de 2015

A Vênus das Peles - Sacher Masoch


A Vênus das Peles, lançamento da Editora Hedra, faz parte da série Sexo - que fala do erotismo de forma crua, polêmica e contemporânea. 
 * para evitar problemas quanto a censura, coloquei uma tarja na capa


A Vênus das Peles
Série Sexo - 2ª Edição
Sacher Masoch
Hedra
ISBN 9788577154005
2015
184 páginas

A Vênus das Peles, de Sacher-Masoch, foi publicado originalmente em 1870, e narra pela primeira vez, com detalhe e clareza, a submissão sexual e existencial, ao mesmo tempo dolorosa e prazerosa, servil e libertária – pois se trata de servidão voluntária –, de um homem a uma mulher. 
O livro não é apenas a obra fundamental do masoquismo. Ele é também uma das obras fundamentais da cultura contemporânea, em que a liberdade e a realização individuais se alimentam reciprocamente.
O masoquismo (termo depois consagrado por Freud), o sadismo e inúmeras outras práticas hoje conhecidas, reconhecidas e nomeadas, como o fetichismo, o travestismo e o próprio homossexualismo antes conhecido como “o amor que não ousa dizer seu nome” – ousam nomear-se quando deixam de ser negados e renegados e podem, entre outras coisas, se tornar referências de grandes obras de arte, como a Vênus das peles.

1 de agosto de 2011

Contos Clássicos de Vampiro - Vários Autores

Contos Clássicos de Vampiro 
Livro de Bolso
Autor: Vários Autores

Editora: Hedra
Assunto: Literatura Estrangeira / Ficção de Terror
ISBN: 8577151654
ISBN-13: 9788577151653
1ª Edição - 2010
263 Páginas


- Sinopse:

'Contos Clássicos de Vampiro' reúne os primeiros textos de ficção tendo o vampiro como personagem literária.
Presente em diversas culturas ao longo da história, essa 'criatura da noite' reflete as angústias e temores de sua época, mas foi o caldeirão cultural, étnico e religioso do leste europeu que moldou a figura clássica do vampiro como um cadáver que retorna para se alimentar do sangue dos vivos.
A partir do século XVIII, as diversas narrativas que circulavam na Sérvia e na Hungria chamaram a atenção de artistas e do público dos grandes centros, levando o vampiro para uma nova região que ele logo dominaria - a literatura.

Esta coletânea abrange um período de cem anos de histórias de vampiros, desde o fragmento de Byron, passando pelo capítulo inicial de Drácula, suprimido por Bram Stoker, até 'A tumba de Sarah', de F.G. Loring.
O leitor conta nesta edição com as obras seminais no campo da ficção, além de um apêndice com algumas produções literárias sobre o tema, como o fragmento do grego Filóstrato, e os poemas de Ossenfelder, Bürger, Goethe e Coleridge.

21 de março de 2011

Carmilla, A Vampira de Karnstein - Joseph Sheridan Le Fanu

Um clássico vampírico somente para maiores!

Carmilla - A Vampira de Karnstein 
Livro de Bolso
Autor: Joseph Sheridan Le Fanu

Editora: Hedra
Assunto: Literatura Estrangeira / Romances / Ficção Terror
ISBN: 8577151646
ISBN-13: 9788577151646
1ª Edição / 2010149 Páginas


- Sinopse:

Carmilla (1872) exerceu papel chave na elaboração de Drácula (1897), sendo considerada a obra que forneceu a Bram Stoker a ideia e a inspiração para escrever seu romance. Contribuiu com vários elementos que se tornaram convenções da literatura vampírica e ajudou a cristalizar o caráter erótico associado ao vampiro, tão explorado depois da publicação desta novela.
Alicerçada na tradição folclórica do leste europeu e nas primeiras produções literárias sobre o tema, 'Carmilla' foi uma novela gótica populares no século XIX e, desde a filmagem, em 1932, de O Vampiro, de Carl Th. Dreyer, vem sendo objeto frequente de adaptações para o cinema.

Relato que haveria de formar o arquétipo do vampiro feminino na literatura universal, l, 'Carmilla', publicado pela primeira vez na revista The Dark Blue em 1871, é sem dúvida a obra mais famosa do irlandês Joseph Sheridan Le Fanu (1814-1873).
Além do desenho que este definiu à seu personagem central, fazem do mesmo uma peça maestral do nervo da ação, o vigor dos persoganes e o inquietante clima crepuscular, quase sempre à cavalo entre o dia e a notie, entre sonho e vigília, que imprega totalmente a obra.
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Toda a história é narrada por Laura. Numa certa noite, diante do castelo da família de Laura, acontece um  acidente com uma carruagem, na qual se encontrava uma jovem extremamente bonita. A suposta mãe da menina pede ao pai de Laura que hospede a jovem, visto que ela estava debilitada e se recuperava de um outro acidente.
Sendo assim, a jovem Carmilla é convidada a se hospedar no castelo. Carmilla é uma figura alegre e exótica, totalmente oposta à apática, monótona e frágil Laura. Entre elas se desenvolve uma amizade intensa e, segundo o próprio autor, apaixonada.

Logo os estranhos hábitos de Carmilla despertam a desconfiança dos empregados do castelo. Ao mesmo tempo, várias meninas da redondeza do castelo são atacadas por uma estrangh "doença" que acaba as levando à morte.
Curiosa, Laura tenta descobrir mais sobre sua nova amiga ao mesmo tempo que tenta resistir a seus encantos e afugentar os pesadelos que a domina em suas tumultuadas noites de sono.
Adicionado à isso, temos elementos góticos e sombrios como o castelo e a vila.
Vemos ainda a paixão e desejo de Carmilla por Laura se manifestando através de palavras, toques, suaves beijos e até mesmo durante os pesadelos de Laura. Apesar de evidente, a questão do lesbianismo é colocada de forma sutil e implícita. E obviamente esse tema chocou o público em 1872.

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- Outras Capas:
 
 
 
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