8 de abril de 2017

Lançamentos - LeYa (abril/2017)



Conheça os lançamentos de abril da LeYa Brasil




Alien 3
Rio de Sofrimento
Christipher Golden

Enquanto Ellen Ripley hiberna no espaço, o planeta LV426 – onde ela e a equipe da Nostromo encontraram o xenomorfo original – é colonizado e rebatizado de Aqueronte. Durante o processo de terraformação do planeta, uma das expedições descobre a imensa e decadente espaçonave responsável pelo destino de Ripley. O achado é de grande interesse para a Weyland-Yutani, e pode ser a resposta para os sonhos de Anne e Russell, um casal que se mudou para Aqueronte em busca de fortuna e acabou de ter o primeiro bebê nascido na colônia: Rebecca Jordan, mais conhecida como Newt. Mas o que eles descobrem a bordo da espaçonave acaba dando origem não a um sonho, mas a um pesadelo. 

Um romance original e oficial do universo expandido da série Alien, Rio de sofrimento se passa entre os filmes Alien, o oitavo passageiro e Aliens, o resgate, revelando a construção e a queda de Hadley’s Hope, a colônia humana que se estabeleceu em LV426 enquanto Ripley hibernava. O livro chega ao público junto do novo filme da franquia, Alien Covenant, o que vai gerar grande repercussão nas redes sociais. 



A autobiografia de Fidel Castro
Norberto Fuentes

O premiado jornalista e escritor Norberto Fuentes já foi um revolucionário com acesso privilegiado ao círculo mais íntimo de Fidel Castro, durante os anos mais desafiadores da Revolução Cubana. Mas, no final dos anos 1990, quando o regime começou a mandar os seus velhos camaradas para o paredão, ele se tornou “o homem que sabia demais”. Escapou de uma sentença de morte e, vivendo no exílio, escreveu uma brilhante, satírica e cativante “autobiografia” do líder cubano. 

Utilizando a mesma linguagem arrogante e sedutora de Fidel, o livro discute desde as primeiras experiências sexuais de Castro, passando por seus verdadeiros sentimentos por Che Guevara, à sua filosofia sobre temas como assassinato, legado e segredos de Estado. Aclamado pela crítica, Fuentes já foi chamado de “correspondente cubano de Norman Mailer”. Esta “autobiografia”, perversamente divertida e verdadeira, é tão imaginativa e exagerada quanto o próprio Castro. 



A rainha do fogo
A Sombra do Corvo III
Anthony Ryan

Na emocionante conclusão da saga best-seller do The New York Times “A Sombra do Corvo”, Vaelin Al Sorna precisa ajudar a Rainha a retomar o Reino Unificado e defendê-la de uma nova ameaça – algo com poderes tão sombrios quanto os piores pesadelos do herói. 

“O Aliado está lá, mas sempre como uma sombra, uma catástrofe inexplicada ou um assassinato cometido por ordem de um espírito sombrio e vingativo. Separar verdade de mito costuma ser uma tarefa infrutífera.” 

Depois de escapar da morte por um fio, a Rainha Lyrna está determinada a expulsar os invasores volarianos e retomar o controle do Reino Unificado. Mas, para isso, ela precisará fazer mais do que reunir seguidores leais: deverá se juntar às forças que, no passado, achou repugnantes – pessoas com os estranhos e variados dons das Trevas – e levar a guerra para o território inimigo. 

A vitória está nas mãos de Vaelin Al Sorna, agora nomeado Senhor da Batalha. Seu caminho, no entanto, não será nada fácil, pois o Império Volariano possui uma nova arma: o misterioso Aliado, capaz de estender a vida de seus servos. Como Vaelin poderá matar o que não pode ser morto, agora que sua canção do sangue, o poder que o tornou um feroz guerreiro, ficou subitamente emudecida? 


D. Leopoldina: a história não contada
A mulher que arquitetou a independência do Brasil
Paulo Rezzutti

Conhecida no imaginário brasileiro como o vértice frágil do mais célebre triângulo amoroso da história do Brasil, Maria Leopoldina sofreu diante do escândalo que foi o relacionamento do marido com Domitila de Castro, a futura marquesa de Santos. Mas sua trajetória revela muito mais do que a mulher traída à luz do dia. Nascida na Áustria, culta e refinada, ela deixou a Europa em 1817 para uma aventura transatlântica e se tornou uma estrategista política fundamental no processo de Independência. 

A biografia de Leopoldina, no entanto, ainda parece distante da maioria do povo brasileiro. Sua figura complexa e carismática, sua vida intensa e breve, sua combinação de temores e coragem, força e fragilidade, são nuances reveladas e descritas pelo escritor e pesquisador Paulo Rezzutti nesta história não contada. 

O livro inclui ainda um caderno de imagens inéditas e parte de documentos originais para relatar as reflexões, crenças e angústias da primeira imperatriz do Brasil. 



Quando eu vim-me embora
Marco Antonio Villa

Sonhos, frustrações, dificuldades, preconceito e, também, ascensão social, sucesso financeiro, vitória. A história da migração nordestina para os estados do Sudeste do Brasil carrega esses e outros elementos. Entre as décadas de 1930 e 1980, milhares de pessoas abandonaram a terra onde nasceram e foram para outro estado – que, para elas, era como se pertencesse a outro país: São Paulo era outro mundo, tinha outra forma de organização, de lutas, de sociabilidade, de trabalho e até mesmo de falar o português. 

Com seu estilo coloquial e direto e uma narrativa envolvente, sem perder o rigor com os fatos, Marco Antonio Villa, autor dos best-sellers Mensalão, Ditadura à brasileira e Um país partido, oferece aos leitores a voz não do narrador, mas dos próprios migrantes: são eles que relatam a viagem no pau de arara, a chegada à capital paulista, a dificuldade de adaptação, os empregos, a melhoria de vida, a educação dos filhos, a construção da tão sonhada casa própria. Também estão presentes as reações, os exemplos de solidariedade, as angústias e as alegrias. 

Quando eu vim-me embora descreve e analisa a expulsão do sertanejo, a permanência da miséria e a mudança em escala jamais vista na história do Brasil. São histórias individuais pungentes e emocionantes que, somadas, compõem um dos mais ricos processos históricos do país. Com elas, você conhecerá a complexa migração de homens, mulheres, crianças e idosos nordestinos e os sentimentos diversos que fizeram parte de suas vidas – da esperança à frustração, da fome e da sensação de desterro à conquista de espaço numa grande metrópole, da crença num futuro de oportunidades ao desencanto e o preconceito enfrentados na “Terra da Garoa”. 

Um livro imperdível para quem deseja conhecer em detalhes um processo fundamental da história do Brasil e se emocionar com a trajetória tocante de pessoas comuns, que ajudaram a transformar São Paulo na maior metrópole da América do Sul. 



Quem sou eu para julgar?
O perdão e a tolerância como caminhos para a paz e a harmonia de cada um de nós e de todo o mundo
Papa Francisco

Querido e admirado por católicos e não católicos, o Papa Francisco se tornou uma grande liderança mundial, tanto espiritual quanto política. Extremamente carismático, graças a seu diálogo franco e sua linguagem acolhedora, ele se transformou num símbolo de paz, de harmonia, da compreensão do diferente, nos convocando para refletir sobre os direitos básicos do ser humano, sobre a misericórdia e, por que não, sobre a humanidade de que nosso mundo tanto precisa. 

Nestes tempos de extrema turbulência e crise de valores, a LeYa publica Quem sou eu para julgar?, uma reunião de textos sobre os mais diversos assuntos. Com uma linguagem direta, simples, mas que toca o coração, o Papa nos coloca diante do real valor da vida: nossa relação com o outro, com Deus e com o mundo. O livro chega num momento propício para a reflexão e partilha, transformando-se num ótimo presente. 

“Se há uma palavra que devemos repetir, até nos cansarmos, é esta: diálogo. Somos convidados a promover uma cultura do diálogo, procurando por todos os meios abrir instâncias para que isso seja possível e que nos permita reconstruir a estrutura social”, escreve Francisco. Neste livro, o Papa nos chama à prática da compreensão, nos convida a amar o diferente, o outro, sem julgamentos. E que sigamos com ele na construção de tempos melhores! 

Alguns fragmentos 

“O que significa alargar o coração? Antes de mais nada, no reconhecer-se pecador, não se deve olhar para o que os outros fizeram. A pergunta principal é a seguinte: “Quem sou eu para julgar isso? Quem sou eu para tagarelar sobre isso? Quem sou eu, que fiz as mesmas coisas, ou até pior?” 

“Contem, falem sobre as grandes coisas que vocês desejam, porque quanto maior for a capacidade de sonhar — e a vida se encarrega de deixá-los pela metade —, mais caminho você terá percorrido. Por isso, acima de tudo, sonhem.” 

“A sua felicidade não tem preço e não é comerciável; não é um app que se baixa no celular, nem mesmo a versão mais atualizada poderá ajudá-los a se tornar livres e grandes no amor. A liberdade é outra coisa.” 

“O caminho da esperança não é fácil e não pode ser percorrido sozinho. Há um provérbio africano que diz: Se você quer ir rápido, vá sozinho. Se quiser ir longe, vá acompanhado.” 

“Eu sempre disse que fazer muros não é uma solução: já vimos um cair, no século passado. Não resolve nada. Devemos fazer pontes. Mas as pontes se fazem com inteligência, com diálogo, com integração.” 

“A família é escola privilegiada de generosidade, de partilha, de responsabilidade, escola que educa a superar uma mentalidade individualista que ganhou espaço na nossa sociedade.” 


Caçador em fuga
George R. R. Martin, Gardner Dozois & Daniel Abragam


Ao despertar num lugar escuro, Ramón Espejo não se lembra de como foi parar ali. Logo ele descobre que é refém de uma raça alienígena e que, para recuperar sua liberdade, será forçado a ajudá-los a encontrar outro humano como ele – um fugitivo. 

Quando a caçada começa, no entanto, Ramón recupera algumas lembranças: a miséria e as péssimas condições de trabalho e de vida no México; a decisão de deixar a Terra e explorar um novo planeta-colônia, São Paulo; o sonho de encontrar metais valiosos e enriquecer; o desejo de uma nova chance. 

Agora, envolvido numa estranha perseguição nesse mundo hostil e imprevisível, Ramón precisa encontrar uma maneira de escapar de seus captores... e depois, de alguma forma, sobreviver. No entanto, à medida que suas memórias se fortalecem, Ramón descobre que seu pior inimigo pode ser ele mesmo. 

Caçador em fuga, publicação que faz parte do selo LeYa/Omelete, é uma história criada a seis mãos que levou quase trinta anos para ser escrita. O resultado é uma aventura de ficção científica que cria mundos e espécies diferentes com detalhes fascinantes, analisando a humanidade em seus piores e melhores momentos por meio de um personagem politicamente incorreto, atrapalhado e carismático. 

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